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quarta-feira, 15 de julho de 2009

Camisinha só oferece proteção parcial contra herpes, diz estudo

Pois é, já está comprovado que a camisinha não é 100% eficaz contra a AIDS, agora esse estudo afirma que ela oferece somente 30% de proteção contra a Herpes.

Até quando as pessoas se deixarão enganar por esse pedacinho de borracha?




Camisinha só oferece proteção parcial contra herpes, diz estudo

Quem usa preservativo pode pegar doença em área exposta da pele.

No entanto, proteção ainda é 30% maior com a camisinha.

Usar camisinha sempre pode ajudar a impedir a transmissão da herpes genital - mas apenas parcialmente, afirma um estudo na revista especializada "Archives of Internal Medicine". Quem utiliza preservativo tem 30% menos chance de adquirir a doença, embora não esteja totalmente protegido.

"É o uso constante de camisinhas que é importante", afirma Emily T. Martin, da Universidade de Washington em Seattle (EUA). "30% é proteção parcial, mas ainda assim é proteção", diz ela.

A herpes genital é causada pelo vírus HSV-2 e pode levar a erupções dolorosas na região dos órgãos sexuais. O tratamento para impedir esses sintomas e para suprimir o vírus existe -- mas, uma vez infectada, a pessoa carregará o HSV-2 pelo resto da vida.

Martin e seus colegas compararam dados de seis diferentes estudos sobre a incidência do HSV-2, totalizando 5.384, para verificar o efeito do uso da camisinha sobre a prevenção. Desse total de pessoas, 415 tinham contraído a doença após um ano. Os pesquisadores verificaram que o sexo sem proteção favorecia a incidência do vírus, mas também viram que é possível ser infectado mesmo com preservativo, porque o contato da pele infectada com a pele sadia pode ocorrer em áreas que não estão cobertas pela camisinha.

Fonte: G1 - Ciência e Saúde

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Ocidente não tem direito de impor preservativo a africanos


Carta aberta de um grupo de estudantes camaroneses

ROMA, quarta-feira, 6 de maio de 2009 (ZENIT.org).- «Dizemos com firmeza nosso ‘não’ a este modelo cultural totalmente estranho a nossos valores e tradições, que nos está sendo imposto como determinante da melhoria de nossa vida.» Com estas palavras, um grupo de estudantes dos Camarões divulgou na Europa uma carta aberta, recebida pela Zenit, contra os ataques ao Papa por suas palavras sobre o preservativo, durante a viagem apostólica a Camarões e Angola no mês de março passado.

Nela, exige-se ao Diretor executivo do Fundo Mundial para a luta contra a AIDS, aos deputados belgas e aos ministros de Saúde espanhol, alemão e de Exterior francês, que «peçam perdão ao Papa e aos africanos».

Este grupo denuncia que a imprensa ocidental «instrumentalizou injustamente, em uma violenta campanha sabidamente orquestrada» as palavras do Papa, e que os ataques recebidos por este constituem «uma vergonhosa ingerência na realidade africana».

Os assinantes afirmam que os autores das críticas «identificaram o continente africano como um dos principais mercados de chegada dos preservativos para fazer crescer suas economias sociais. O jogo está claro: as indústrias do preservativo estão no Ocidente».

«O Santo Padre tocou na chave do problema, alarmando os agentes deste florescente negócio na África», acusam.

Para estes estudantes, utilizou-se o Papa como «bode expiatório» para «defender seus interesses econômicos ocultos após a exportação de suas práticas contraconceptivas a países com forte crescimento demográfico».

«Que promovam e defendam o uso do preservativo em sua casa, já que esta escolha corresponde às suas concepções antropológicas sobre o ser humano, mas não têm direito a impor suas escolhas aos africanos», acrescentam.

Especialmente, exigem ao Ocidente que «peça perdão aos africanos» por «enganá-los, apresentando-se como os verdadeiros benfeitores, quando na realidade não o são».

«De que serve proteger os africanos com o preservativo se depois os matam com tantos mecanismos de exploração ou com as armas pela guerra de interesses políticos e econômicos desses mesmos benfeitores?»

As pessoas na África «não morrem apenas de AIDS, e por isso é mentira dizer que o preservativo salva vidas humanas», acrescentam.

«Pedimos, portanto, a estes supostos benfeitores da África que deixem, de uma vez por todas, de especular com ela. É necessário inverter a tendência: a pobreza da África não deve fazer mais a riqueza dos países já desenvolvidos.»

Por último, os autores exigem ao Fundo para a luta contra a AIDS que destine os fundos com os quais conta «ao envio massivo de recursos para escavar poços de água e para construir implantes fotovoltaicos para a produção de energia solar, com o qual se favoreça uma distribuição massiva de água e luz».

«Estes são os bens essenciais e decisivos para a África, e todos os agentes da cooperação internacional ao desenvolvimento são muito conscientes disso. Esta é a ajuda humanitária que a África precisa para desenvolver-se, e não o preservativo», concluem.

quinta-feira, 26 de março de 2009

Edward Green: "O Papa está certo!"

Você já ouviu falar em Edward Green? Não? Nem eu...

Provavelmente os digníssimos jornalistas brasileiros também não, visto não encontrarmos referências a ele por aqui.

E por qual motivo agora estou falando nele?

Bem, Edward Green é médico, antropólogo e uma das maiores autoridades mundiais no estudo das formas de combate à expansão da AIDS. Ele também é diretor do Projeto de Investigação e Prevenção da AIDS do Centro de Estudos sobre População e Desenvolvimento de Harvard.

O mais interessante é que Green afirma estar certo o Papa Bento XVI quando prega a castidade e a fidelidade conjugal no lugar dos preservativos como melhor forma de combate a AIDS!

Quando é para atacar o Papa e a Igreja Católica, qualquer "zé mané" ganha voz na mídia. Quando é para dar razão, até as maiores autoridades são silenciadas...

Leia mais sobre isso no blog do Reinaldo Azevedo.

terça-feira, 10 de junho de 2008

Castidade e fidelidade - a melhor forma de combater a AIDS


VATICANO, 30 Mai. 08 / 07:00 pm (ACI).- Em uma mensagem dirigida ao novo Embaixador de Uganda ante a Santa Sé, Nyine S. Bitahwa, o Papa Bento XVI elogiou a política para prevenir a transmissão do HIV / AIDS do país africano que, contrariando as imposições da ONU que exigem promover o sexo livre e o preservativo, obteve o índice mais bem-sucedido de redução da difusão da pandemia mediante a promoção da fidelidade e a abstinência.

No discurso escrito que entregou esta manhã, o Pontífice elogia a Uganda "os frutos nos setores da educação, o desenvolvimento e a sanidade, sobre tudo na luta contra o AIDS, assim como a atenção emprestada aos afetados e a afortunada política de prevenção apoiada na continência e a promoção da fidelidade no matrimônio".

O Papa elogia também a Uganda pela "culminação do esforço para formalizar acordos de paz que põem fim a longos anos de guerra marcados por uma violência cruel e insensata" e auspicia que "todos os refugiados retornem logo a seus lares para reatar uma existência pacífica e produtiva".


Uganda prova na prática que a Igreja Católica - como sempre, diga-se - está correta em rejeitar distribuição massiva de preservativos como forma de combate à transmissão da AIDS.

No fundo, distribuir preservativos é como dizer: "Façam sexo à vontade! Não se respeitem, não respeitem seus esposos, seu matrimônio, nem as pessoas ao seu redor. Façam sexo livremente!"

Não faltam aqueles que afirmam que essa postura da Igreja é loucura, chegam até a afirmar que Ela terá de prestar contas das vidas que se perdem por terem se contaminado com o HIV.

Não percebem que a orientação da Igreja Católica contra o preservativo é consequência de seu ensino sobre a castidade e a fidelidade matrimonial. Sexo só após o casamento. Após o casamento, fidelidade. Simples!

Sem sexo pré-matrimonial, sem HIV (uso de drogas injetáveis, erro em transfusão de sangue, etc., são outros problemas). Fidelidade conjugal, sem HIV. É a totalidade da moral católica sobre o tema que seus críticos não querem ver. Ou fingem não ver...

Além do mais, quem em nada está preocupado com castidade e fidelidade matrimonial, será que terá escrupulos em utilizar preservativos porque a Igreja o proíbe? Se esses realmente atentassem para o que Ela ensina, estariam se preservando para o matrimônio e seriam fiéis quando nele chegassem.

Castidade e fidelidade tem sido a tônica da campanha de combate a AIDS em Uganda. E esse tem sido o país mais bem sucedido na luta contra essa doença!

Que o mundo e a ONU aprendam com este exemplo!

Eis abaixo um cartaz em Uganda:



"Sex can wait, but my future can't - Abstain and avoid HIV/AIDS"


"Sexo pode esperar, meu futuro não pode - Abstenha-se e evite HIV/AIDS"